Bem-Vindo | Arlindo Lianza | Corretor de Imóveis | CRECI. 21114
A famosa declaração de Jesus sobre os últimos e os primeiros resume uma das lições mais profundas sobre o Reino dos Céus. Ela desafia a lógica humana de mérito e recompensa, apresentando a Generosidade Divina de forma igualitária sem distinção ou privilégios.
1 - "Porque o Reino dos céus é semelhante a um pai de família que saiu de madrugada a contratar trabalhadores para a sua vinha.
2 - E, ajustando com os trabalhadores a um dinheiro por dia, mandou-os para a sua vinha.
3 - E, saindo perto da hora terceira (nove horas da manhã), viu outros que estavam ociosos na praça,
4 - e disse-lhes: 'Ide vós também para a vinha, e dar-vos-ei o que for justo.' E eles foram.
5 - Saindo outra vez, perto da hora sexta (meio dia) e nona hora (3 horas da tarde), fez o mesmo.
6 - E, saindo perto da hora décima primeira (5 horas da tarde), encontrou outros que estavam ociosos e perguntou-lhes: 'Por que estais aqui todo o dia ociosos?'
7 - Disseram-lhe eles: 'Porque ninguém nos contratou.' Ele disse-lhes: 'Ide vós também para a vinha e recebereis o que for justo.'
8 - E, aproximando-se a noite, disse o senhor da vinha ao seu mordomo: 'Chama os trabalhadores, e paga-lhes o salário, começando pelos derradeiros até aos primeiros.'
9 - E, chegando os que tinham ido perto da hora undécima, receberam um dinheiro cada um.
10 - Chegando, porém, os primeiros, cuidaram que haviam de receber mais; mas do mesmo modo receberam um dinheiro cada um.
11 - E, recebendo-o, murmuravam contra o pai de família,
12 - dizendo: 'Estes derradeiros trabalharam só uma hora, e tu os igualaste conosco, que suportamos a fadiga e o calor do dia.'
13 - Mas ele, respondendo, disse a um deles: 'Amigo, não te faço injúria; não ajustaste tu comigo um dinheiro?
14 - Toma o que é teu e vai-te; eu quero dar a este derradeiro tanto como a ti.
15 - Ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?'
16 - Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros, últimos; porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos."
Na Judeia do século I, os trabalhadores diaristas dependiam do trabalho diário para alimentar suas famílias. Ficar sem ser contratado até o final da tarde significava passar fome.
Quando o proprietário da vinha paga a mesma quantia a quem trabalhou o dia todo e a quem trabalhou apenas uma hora, ele garante a subsistência de todos, demonstrando compaixão e generosidade, não apenas justiça contratual.
Esta passagem nos convida a olhar para o próximo com os olhos da Generosidade Divina, comemorando a bomdade de Deus em vez de comparar nossas bênçãos com as dos outros. No Reino dos Céus, a medida correta não é o relógio ou o esforço humano, mas o amor infinito do Criador.
“Que a paz de Deus preencha sua mente e seu coração, limpando e purificando-os de tudo aquilo que não reflete o Seu amor e que não está de acordo com a Sua verdade. Que você seja iluminado, guiado e esclarecido pela Sua sabedoria."
Arlindo Lianza